ESTE BLOG É UM ESPAÇO PARA DEBATES EM TORNO DA DISCIPLINA EDUCAÇÃO INCLUSIVA - CURSO DE PEGAGOGIA - FEBF
terça-feira, 29 de abril de 2014
O Dia da Consciência Negra é comemorado há cerca de 30 anos pelos movimentos sociais, mas foi somente em 2011, a partir da sanção da Lei 12.219, que se tornou oficialmente o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra.
http://tvbrasil.ebc.com.br/brasilianas/episodio/especial-semana-da-consciencia-negra#media-youtube-1
As escolas públicas e privadas do ensino básico tem de incluir no seu conteúdo programático a história e cultura
afrobrasileira e indígena, com o objetivo de resgatar a contribuição
desses povos no processo histórico.
http://tvbrasil.ebc.com.br/brasilianas/episodio/a-obrigatoriedade-do-estudo-da-historia-e-cultura-afro-brasileira-e-indigena
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quarta-feira, 16 de abril de 2014
Neste sábado dia 19/04/2014 a TV Brasil exibirá uma programação especial Dia do Índio: Índios na Cidade, Vidas em Travessia.
http://tvbrasil.ebc.com.br/especiaistvbrasil
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É essencial ficarmos inteirados sobre estas políticas públicas inclusivas, pois contribuem para nossa formação acadêmica.
Deisemere
A história da criação da SEPPIR. Dez anos de Avanços e Desafios.
A Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) é um órgão do Poder Executivo do Brasil. Instituída pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 21 de março de 2003.
Tem como objetivo promover a igualdade e a proteção de grupos raciais e étnicos afetados por discriminação e demais formas de intolerância, com ênfase na população negra.
Os ministros-chefe da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, desde sua criação:
Nº
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Ministro
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Início
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Fim
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1
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21 de março de 2003
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Martvs Antonio Alves das Chagas (interino)
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6 de fevereiro de 2008
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20 de fevereiro de 2008
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2
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20 de fevereiro de 2008
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31 de março de 2010
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3
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31 de março de 2010
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31 de dezembro de 2010
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4
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1 de janeiro de 2011
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—
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A Seppir surgiu como resultado do processo de luta do movimento negro, acrescentando, ainda, o impulso dado pela Secretaria Nacional de Combate ao Racismo do PT em sua relação com a constituição do governo Lula. Com isso, inaugurou-se uma ação inédita no tratamento dispensado pelo Estado brasileiro, estipulando diretrizes e metas governamentais para o enfrentamento às iniqüidades resultantes do racismo e das desigualdades raciais.
A criação da Seppir seguiu os indicativos de campanha, realçando a data instituída pela ONU - “Dia Internacional contra Todas as Formas de Discriminação Racial”. Com status de ministério, este órgão tem competência de assessoramento à Presidência da República e como missão institucional a promoção da igualdade e da proteção dos direitos de indivíduos e grupos raciais e étnicos afetados por discriminação e demais formas de intolerância, com ênfase na população negra.
Pode-se afirmar que o grande ganho resultante desse processo foi a inclusão dessa agenda em caráter permanente nas administrações públicas de todo o país, com envolvimento dos três níveis da Federação, o que possibilitará, em médio e longo prazos, a elevação das ações ao patamar de políticas de estado e a apropriação ampla desse benefício pela sociedade.
É evidente a necessidade de tratar a questão racial em todas as áreas da política pública, com a criação de condições adequadas. Assim, a continuidade das políticas e a superação dos obstáculos para que se tornem cada vez mais efetivas e praticadas no dia a dia da administração pública requer uma análise apurada por parte o governo e da sociedade civil acerca da Seppir, considerando sua forma, conteúdo, estrutura e capacidade de articulação política e orçamento.
A política foi desenvolvida amplamente em diversos aspectos, considerando a diversidade racial e étnica (negros, indígenas, judeus, ciganos e palestinos); proposições de diferentes gerações (crianças, adolescentes, jovens e adultos); expectativas e necessidades diferenciadas entre homens e mulheres. Destacaram-se alguns programas como o ProUni, o Plano Trabalho Doméstico Cidadão – que oferece qualificação profissional e elevação de escolaridade para trabalhadoras domésticas - e a política para quilombos. Um momento muito importante foi à realização da Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial, que reuniu governo e sociedade civil para um debate aprofundado da questão, na qual foram apresentadas mais de mil propostas.
Articular e assumir o enfrentamento do racismo e da desigualdade racial, por meio da adoção de políticas de ação afirmativa, representam um imenso desafio para o próximo governo. As políticas de ação afirmativa e sua ampliação em todos os órgãos e empresas governamentais têm-se demonstrado o caminho mais certado para a redução das desigualdades raciais, incorporando as dimensões de raça, classe social, gênero e a presença de negros e negros na estrutura de poder do governo federal.
Para isso, é imprescindível o fortalecimento e a continuidade de tais ações, pois vivenciamos um período de implementação de DEZ (10) anos de uma gestão, diante de 506 anos de existência do país, que teve por base a negação do racismo e dos efeitos da escravização africana. A expectativa para os anos vindouros é que haja maior amplitude e efetivação de uma ação sistemática de políticas públicas inclusivas, em todos os âmbitos, cujo catalisador será o SISTEMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL (SINAPIR).
PARABÉNS SEPPIR! PARABÉNS BRASIL!
Postado há 21st March 2013 por Dayse Marcello
terça-feira, 8 de abril de 2014
RACISMO NÃO EXISTE: AS ARMAS QUE GOSTAM DE MATAR JOVENS NEGROS
http://www.geledes.org.br/em-debate/colunistas/24202-racismo-nao-existe-as-armas-e-que-gostam-de-matar-jovens-negros-por-leonardo-sakamoto
http://www.geledes.org.br/em-debate/colunistas/24202-racismo-nao-existe-as-armas-e-que-gostam-de-matar-jovens-negros-por-leonardo-sakamoto
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